Para Paulo Tamer,
Inverso.
De fora...
O cascalho, o casulo, a casca, a capa, a casa, a cara.
Formam.
Mas é a reforma que morfa:
do cascalho, pro verme;
do casulo, pro inseto;
da casca, pro réptil;
da capa, pro herói;
da casa, pra alguém;
da cara, pra ser ninguém;
Estas cascas não são Verso:
- “Poesia é de dentro pra fora, e não o inverso”.
E, pelo Inverso,
sou livre.
Livre pra ser:
-De ninguém, eu mesmo.
(Assim,outra Ilógica).
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sábado, 12 de março de 2011
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